Não empurramos. Integramos.
O texto abaixo já existia antes desta página — é o manifesto da Lualduvi, citado tal como foi escrito. Não o reescrevemos; enquadramo-lo.
“Construímos IA como quem constrói pontes: com cálculo, com testes, e com a responsabilidade de saber que alguém vai andar por cima.”
Punk mas user-friendly: inconformistas com o discurso vazio da indústria de IA, mas a pensar em PMEs normais — não em hackers. Nem a distopia cyberpunk, nem o SaaS asséptico. Não somos a Apple. Não somos a Tesla.
Contra o que nos rebelamos
- O discurso vazio e o hype da indústria de IA.
- Os mockups de stock com robôs a apertar a mão a humanos.
- Os projetos que ficam para sempre na demo — “a maior parte dos projetos de IA morre na demo”.
- Os integradores que querem substituir sistemas que já funcionam, em vez de os integrar.
“Não vendemos hype. Vendemos sistemas que continuam a funcionar às três da manhã, sem ninguém a vigiar.”
A régua é a mesma para tudo o que sai daqui: se não aguenta produção, não sai da nossa casa. Não é uma frase de marketing — é o critério.
“A nossa régua é simples: se não aguenta produção, não sai da nossa casa.”Quem construiu isto
Critério técnico direto: dizer que não quando a IA não é a resposta, mesmo quando custa a venda. Cultura de entrega antes do discurso. E um posicionamento geográfico e cultural deliberado — do outro lado do rio das conferências de Lisboa.
Luis Vieira (“Heavy”) — fundador, Almada, Portugal